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sexta-feira, 22 de julho de 2016

O fogo sobre o altar arderá continuamente e não se apagará!

O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.
O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.
Levítico 6:12,13
                                                       O FOGO SOBRE O ALTAR...
O fogo representa nossa vida diante do Senhor, nossa motivação e empolgação. Nossa vida espiritual em dia.
Quais os benefícios de manter o fogo da vida espiritual sempre aceso? Em que seríamos abençoados por isso?
Note que no texto o sacerdote não poderia deixar o fogo do altar se apagar. Ora, se não poderia apagar, significa que tinha que dar atenção especial ao altar. Não poderia ser descuidado, negligente, relapso, pois um simples descuido, pronto, apagaria o fogo e estaria em desobediência com a Palavra dada pelo Senhor.
O fogo tem o poder de aquecer, proteger, purificar, abençoar outros, entre tantas outras coisas.
Quando o fogo se apaga a primeira coisa que acontece é o esfriamento. Esfria-se, torna-se indiferente, gelado, sem vida. Em meus mais de 15 anos de ministérios, tenho visto pessoas descuidarem do fogo espiritual e esfriarem-se. Não comparecem mais aos cultos, e quando estão presentes ficam inquietas, não querem ser confrontadas pela palavra e acabam abandonando a igreja. Não sentem mais nada diante de uma bela música cristã; não sentem nada diante de uma pregação ungida. Veem pessoas morrendo sem Jesus e nada os toca, pois o fogo está apagado, totalmente apagado.
Outro perigo quando o fogo se apaga é que a pessoa torna-se presa fácil do inimigo. Torna-se vulnerável aos ataques do maligno. O fogo tem o poder de afastar as bestas feras, mas quando não há fogo…
Sem fogo os animais aproximam, ferem, machucam, causando sérios prejuízos. Quantas pessoas já estão nas mãos do inimigo, simplesmente porque deixou a vida espiritual de lado. Não deu o devido valor as coisas de Deus. Buscou mais as coisas do mundo do que as do Senhor, e como resultado disso, hoje se encontram num estado lastimável.
Quando o fogo se apaga outro perigo é o da morte. Morte física e morte espiritual. Pois a Palavra já afirma que o inimigo veio para roubar, matar e destruir.
Quantos estão assim hoje? Não têm mais a mesma empolgação de anos atrás. Do dia da conversão para os dias atuais há uma discrepância terrível. Não são mais os mesmos, estão frios, indiferentes a tudo e a todos, vulneráveis aos ataques e mortos, espiritualmente falando.
Para que o fogo não se apague, o que fazer? Será que há algo para nos livrar disso tudo? Há sim, e biblicamente falando duas são as coisas que podem ser feitas.
A primeira é tirar a cinza. Sabemos que a cinza abafa o fogo, prejudica terrivelmente. Quem já não se assentou num fogão a lenha para se aquecer numa noite fria e teve que tirar a cinza para manter o fogo aceso? Quem não o fez, pelo menos sabe da importância de tirar a cinza. Cinza representa o pecado, sujeira, coisa que tem que ser eliminado. Infelizmente com o passar dos anos muitos acumulam cinza diariamente e nunca passam por uma limpeza, pensam que podem ir de qualquer jeito, e só se prejudicam cada vez mais. Pare, limpe-se, retire a cinza, não seja um cristão cinzento, pois o fogo estará sendo abafado e vai se apagar.
Outra coisa que podemos fazer é alimentar o fogo. Era papel do sacerdote a cada manhã colocar lenha no fogo para que o mesmo não se apagasse. Alimentamos o fogo com a oração diária no altar de Deus. Com a leitura da Palavra a cada dia. Com a assiduidade aos cultos na igreja. No ouvir da Palavra. Nas reuniões de células, no ouvir dos testemunhos cristãos. Não podemos deixar de alimentar o fogo. Devemos manter o fogo ardendo constantemente. Assim seremos como brasas vivas e no encontro de outras brasas vivas haverá vida, fogo puro, um sendo bênção na vida do outro.
Se o fogo em sua vida já se apagou que tal acendê-lo novamente diante do altar do Senhor? Se está apagando, não permita que se apague totalmente, vamos reaquecê-lo em nome de Jesus.
Mantenha vigilância constante. Não deixe que as tempestades da vida apague o fogo que um dia foi aceso pelo poder do Espírito Santo de Deus. É hora de olhar para o altar, de nos aquecer mais e mais. Volte ao primeiro amor, volte ao altar, tire toda a cinza e acrescente lenha boa e dia a dia vá colocando sempre mais lenha, assim estarás aquecido novamente, protegido, estarás vivo e sem perigo de morte. Serás bênção na vida de outros, pois o fogo tem o poder de se alastrar também.
O que é o altar? 
Você é o altar onde Deus quer fazer arder diuturnamente o seu fogo santo que lava, que purifica e que transforma vidas. Você é o sacerdote que Deus quer usar neste ministério pois a biblia nos  diz que Ele nos fez reis e sacerdotes, mas para que este fogo seja perene na vida e ministério é preciso entender que tem que haver submissão a liderança, respeito total aos que estão em eminência e pre disposição para ser util e estar sempre pronto na seara do Senhor.
Para que o fogo desça sobre o altar as vezes é preciso fazer como o profeta Elias fez no monte, consertar o altar para que ele seja totalmente separado por Deus. Uma vez reparado o altar, o fogo de Deus desce e faz tudo transformar retirando a água, a lenha e o holocausto e recebendo a sua vida como sacrificio vivo, santo e agradavel a Deus em um culto racional.
Deus o abençoe.

domingo, 5 de abril de 2015

AS DUAS ORDENANÇAS DA IGREJA DO SENHOR!!!

           Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo
           
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       Dois termos são usados para expressar as duas observâncias (Batismo em Água e a Santa Ceia) da Igreja Cristo. A palavra «sacramento» e a palavra «ordenança». O termo «ordenança» se deriva do latim ordo, que significa «uma fileira», «uma ordem». A palavra «ordenança» esta relacionada ao Batismo em água e a Ceia do Senhor Jesus. Sugerindo que essas cerimônias sagradas foram instituídas por mandamento, ou ordem de Cristo. Ele ordenou que fossem observadas pela Sua Igreja (Mat 28.19,20; 1 Cor 11.26).
   A outra palavra usada é «sacramento», que também se deriva do latim sacramentum, «juramento», «penhor». É a palavra mais antiga e, aparentemente de uso mais generalizado que a palavra «ordenança». Embora, muitos preferem usar estas palavras como sinônimas. Era um termo usado pelos soldados romanos, como o juramento de lealdade ao Imperador. Também era aplicada como penhor ou seguro depositado em tesouro público pelas partes envolvidas num processo legal, e depositado para um propósito sagrado. No uso eclesiástico antigo, a palavra «sacramento» era usada em sentido mais amplo, para qualquer observância ou coisa sagrada. O termo «sacramento» foi adotado pelos cristãos no século II, quando começaram associá-lo ao seu voto de observância e consagração à Cristo.
   Os católicos romanos atuais observam «sete» ritos sacramentais, que são: «O Batismo», «a Confirmação», «a Ordenança», «a Eucaristia», «o Matrimônio», «a Penitência», e «a Extrema Unção». Porém, a maioria dos grupos protestantes Concorda entre si que Cristo deixou à Sua Igreja, somente «duas» observâncias ou ritos sacramentais a serem incorporadas no culto cristão, isto é, o «Batismo em Água» e a «Ceia do Senhor Jesus Cristo». Na verdade, não há base bíblica que apóia a observância de qualquer outro rito sacramental, ou ordenança.
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     A Igreja de Jesus Cristo tem como dever e obrigação em dar prosseguimento às «ordenanças» ou ritos «sacramentais». Tendo em vista; a sua instituição por Cristo, Sua ordem expressa relativa a sua continuação e, seu uso essencial como símbolos dos atos divinos, que são partes integrantes na revelação do Evangelho. Tais sacramentos ou ordenanças estão ligados com a circuncisão e com a Páscoa judaica, os ritos obrigatórios do A.T. (Gên 17.12; Êx 12.14,24; Lev 12.3; Jos 5.4,10; Luc 1.59; 2.21; Col 2.11,12; 1 Cor 5.7). A vida cristã está associada, em seus primórdios e, em sua continuação, à observância dos sacramentos. Tanto a Santa Ceia como o Batismo em Água, ambos desde os primeiros passos da Igreja de Cristo, estão associados com a proclamação do Evangelho (Atos 2.38,41; 1Co 10.1-4, 11.26). As ordenanças estão realmente associadas no ensino de Jesus, quando Ele fala sobre a sua morte e, na mente da Igreja quando relembra suas solenes obrigações.
    As ordenanças são ritos próprios da Nova Aliança, «Este é cálice da Nova Aliança» (Luc 22.20; 1 Cor 11.25). A Nova Aliança teve início pelo sangue de Cristo (Êx 24.8; Jer 31.32; Heb 9.14,15). As bênçãos Divinas são transmitidas por intermédio de Seu sacrifício, de Sua Palavra, Sua promessa no Evangelho e, na observância das Ordenanças, devidamente apropriados pela fé, é verdade que não podemos nos apegar somente nos dois ritos como se isso fosse tudo. Contudo, estas ordenanças, quando administrados de conformidade com os princípios estabelecidos pelos santos Apóstolos de Jesus Cristo, isto é, de acordo com a Doutrina dos Apóstolos, nos faz relembrar continuamente a grande base da nossa salvação, a saber, Jesus Cristo, em sua morte e ressurreição, e também nos faz lembrar que temos de andar de modo digno, segundo a vocação, mediante a qual fomos chamados (Efés 4.1). A Igreja do Senhor Jesus Cristo, deve levar muito a sério a ênfase e a instrução bíblica sobre asduas ordenanças, «o Batismo em Água» e a «Ceia do Senhor Jesus Cristo» e, regozijar-se, porque o seu significado continua sendo tão relevante e aplicável como era para a Igreja de Cristo, no primeiro século. Contudo, é preciso que a Igreja de Cristo dos dias atuais, siga nos mesmos trilhos da Igreja Primitiva.
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    A palavra «ceia» é no latim coena, que significa «refeição noturna», ou seja, refeição que se come à noite, depois do jantar, em geral a última do dia. A origem da ceia é religiosa. Entre os gregos antigos, a ceia se realizava em banquetes públicos, comemorativos das grandes festas, quando então, começava com um sacrifício; podia também ser realizada particularmente. Mais tarde, dos costumes antigos, permaneceram apenas as invocações e libações, e a cerimônia da ablução dos pés e mãos. A ceia, geralmente se realizava depois do pôr-do-sol e, entre os gregos e romanos, do Império, nas comemorações das grandes datas, começava às primeiras horas da noite, quando ia até ao amanhecer. Foi durante a Última Ceia Pascal que, Jesus instituiu uma outra Ceia, chamada de «Ceia do Senhor [Jesus]» (Mat 26.17-28; 1Cor 11.20), ou «Mesa do Senhor [Jesus]» (1Cor 10.21). Agostinho costumava chamar a Ceia do Senhor Jesus de «a mesa de Cristo», ou então «a grande mesa».
   Atualmente as denominações cristãs, têm por costume, celebrar a «Ceia» durante o dia, ou seja, durante o período diurno. Todavia, esta é uma prática incorreta, que confronta com a Bíblia, compare:  Primeiro: A Ceia pascal dos judeus somente era (e ainda é) comida durante o «período noturno» do dia 15 de Nisã, ou seja, após o pôr-do-sol do dia 14 (Êx 12.8). A Última Ceia pascal em que Jesus celebrou com os Seus discípulos, foi «na noite» do dia 14 de Nisã, aliás, não há nenhuma evidência bíblica que venha a apontar sobre uma Ceia pascal realizada durante o «dia», isto é, durante o período de claridade; e, nem tão pouco pode haver tal evidência. Segundo: Uma vez que a palavra «ceia» significa «refeição noturna», como todos sabem, então, é algo extremamente discordante, sem fundamento, sem ética celebrá-la «durante o dia» (período diurno). Se for celebrada «durante o dia», então «não é ceia» de modo algum, mas, podendo ser «o café da manhã» ou «o almoço» e assim por diante, mas não uma «Ceia». Uma Ceia não é celebrada durante o dia, tão somente durante à noite. Portanto, fica manifesto, que a Ceia do Senhor Jesus Cristo, só deve ser celebrada durante o período noturno (de noite), e nunca no período diurno (de dia). Caso contrário, como já dissemos, não poderemos considerá-la e, nem tão pouco é uma Ceia. Não faz sentido celebrar uma Ceiadurante o dia. Lembrando, os que insistem em celebrar a Ceia durante o período diurno, ignoram a realidade e propósitos contidos nela.
  



    


quarta-feira, 11 de março de 2015

Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Eclesiastes 4:10
Dois seres pensantes, independentes, com comportamentos, opiniões, criações, costumes e gostos diferentes. Não podemos esquecer ainda das motivações, dos objetivos, metas e sonhos até então, diferentes. Se amam porém são seres totalmente distintos, altos e baixos, acertos e erros, discussões bobas e banais, tempos felizes com pequenos períodos de ventania. Mas afinal isso é casamento não é mesmo?
Não, existe casamento perfeito!
Todo Homem e toda mulher se casa, no desejo, com sonhos de viverem um casamento lindo, maravilhoso, sem discussões, composto apenas por momentos felizes, como aqueles contos de fadas ouvidas quando criança, se esquecendo do seguinte fato:
Só há casamento quando há a união, logo, para haver essa tão almejada união matrimonial é preciso o homem e a mulher dividir o mesmo teto!
(E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne Mateus 19:5 ).
E agora?
sei uma coisa, que em meio tantas diferenças de dois seres tão diferentes há uma fórmula para serem prósperos e viverem juntos ano após ano até que a morte os separe ou arrebatamento chegue. Essa formula, esse fator dominante, é DEUS!
em meio nossas diferenças Deus é aquele que traz a equação perfeita e certa, para nosso casamento, Ele traz consigo equilíbrio o respeito mútuo, comprometimento, lealdade, paz, respeito, tolerância, paciência, estratégia para superar as diferenças e a compreensão necessária. Se, seu casamento está passando por tempestade, convide agora para entrar nele o Deus todo poderoso! Deus é aquele cordão de três dobras que irá fortalecer seu matrimonio. O casamento é a instituição criada e estabelecida por Deus, e se você deixar Deus agir ela não irá falir.
EU NÃO CASO COM O SENTIMENTO MESQUINHO DE SER FELIZ, EU CASO NO INTUITO DE FAZER A PESSOA QUE AMO FELIZ!
Casamento é abençoado, a graça de Deus nos ajuda a construir dias melhores.
deixe sua casa firmada na rocha inabalável(DEUS).
* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

DEUS É AMOR, MAS É JUÍZO E JUSTIÇA!!

ROMANOS 1;
19 pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
20 Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
21 porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se.
22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos
23 e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.
24 Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si.
25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.
26 Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza.
27 Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.
28 Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.
Hoje mais que nunca tem crescido em nossos dias as atenções a todas as classes chamadas minoritárias  como os separados por raça, cor, credo religioso ou opção sexual.
Cada um busca seus próprios interesses alegando isto ou aquilo, tentando montar o seu circo buscando melhores recursos pra si ou seu grupo. 
Ainda sofremos em nosso país com perseguições religiosas e ás classes sociais de menores recursos financeiros, bem como de negros, deficientes e portadores de necessidades como os que tem alguma síndrome, mas é urgente uma ação de conscientização de todos pra compreendermos que somos todos iguais e que não há necessidade de exclusão ou agrupamento por classe. A situação de cotas que se impõe nas escolas por exemplo me parece por si só um ato de discriminação na contra mão.
Os homossexuais reivindicam seus "direitos"atacando e ofendendo a todas as outras classes que existem. Circula nas redes alguns videos e textos que mostram a discriminação que eles mesmo (homossexuais) promovem contra todos os evangélicos e aos héteros usando a contra mão da história pra ofender e até mesmo ameaçar os que se opõem a eles. Em um dos vídeos em um congresso lgbts um de seus lideres fala em pegar em arma contra os evangélicos aos quais ele chama de desgraçados. Em outro vídeo gravado em plenario da câmara vimos um cidadão falando em que os cristãos deveriam ser queimados  vivos em praça pública por divulgar a palavra de Deus. A bem poucos dias vimos uma agressão a um pregador, supostamente um pastor que em praça pública pregava a palavra de Deus e foi espancado por um que se manifestou contra a liberdade de explanação da bíblia.
Até quando vamos ter que conviver com estas situações em nossos dias? A intolerância religiosa tem sido tão alarmante e até muito mais forte que a chamada discriminação sexual. O Brasil ainda se fala em liberdade de expressão e em ser um país laico, mas a cada dia notamos que cada um quer puxar pra si mesmo ou pra seu grupo as melhores vantagens e não se importam se isto torna se em detrimento aos direitos dos outros.
O texto que lemos acima nos fala sobre a situação em que Deus entrega aos homens a liberdade por suas decisões e ainda nos mostra os efeitos de nossas escolhas. Deus não interfere em muitas de nossas decisões, mas também ele nos mostra os efeitos que podem nos advir das decisões ou atitudes que tomamos.
Precisamos nos ater mais aos efeitos que aos desejos, mais ao que nos pode ocorrer devido ás nossas decisões  e não apenas aos momentos que buscamos alcançar algo que nos seja aparentemente benéfico no momento e analisar se a gente pode ou não causar detrimento em outrem. 
Buscai ao Senhor enquanto se pode achar e invocai o enquanto está perto!! 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O PESO DE UMA PALAVRA! ÓDIO!!!

A quem deveria eu odiar?
O ódio é uma coisa tão horrenda que eu acho que jamais deveria sair de nossos lábios.
Quem odeia não sabe amar, quem não sabe amar não sabe perdoar e quem não sabe perdoar não tem vida em si mesmo.
Os grandes "religiosos" da época de Jesus Cristo foram acumulando ódio nos seus poucos anos de convivência com o Mestre que jamais paravam pra observar com outra ótica os seus grande atos em favor da comunidade que o seguia.
Tentaram detê-lo por várias vezes com acusações e denúncias vazias e cheias de rancor e ódio. Quem cultiva o ódio e o rangor alimenta os maus espíritos que estão sempre prontos a fazer valer a palavra de Deus que diz: Ele não veio senão a matar. roubar ou destruir.
Quando Lúcifer( aquele que leva a luz) intentou contra o Senhor nosso Deus e acumulou em seu coração a inveja, deu lugar ao ódio em sua vida e quis ser igual a Ele, porém caiu em suas malígnas tentativas e perdeu a graça de Deus em sua vida tornando se assim o maior inimigo de Deus e de Seu povo e hoje ele mesmo age com intuito de destruir as nossas vidas e nos levar a uma vida de miséria alimentando ódio e rancor contra quem quer que seja.
Os religiosos da ocasião de Jesus fizeram ainda pior , se é que isto seria possível, pois levaram a julgamento e morte do Único e suficiente Salvador da humanidade, mas como tudo isto estava escrito, Ele se entregou como um cordeiro mudo sendo levado ao matadouro com o objetivo de dara a sua vida em resgate de toda a humanidade.
Deus nos fala de diversas maneiras e uma delas Ele usou no domingo pra falar abundantemente comigo sobre o ódio que alguns ainda insistem em sustentar.
A cena da crucificação de Jesus encenada em Paixão de Cristo nos leva a ver que todo o ódio demonstrado contra o Senhor foi pelo simples fato de haver chegado a hora de cumprir a palavra do Senhor que dizia que Ele deveria morrer e que seria o seu sangue dado em resgate de muitos.Mesmo assim tenho certeza que a maioria dos que veem este vídeo conseguem sentir pelo menos um pouco de ódio pelos algozes que o batiam, escarneavam, zombavam e humilhavam o nosso Mestre, porém mesmo neste caso eu pude sentir que se houver uma alimentação do ódio poderá ser algo nocivo e putrefante que destruirá o nosso interior fazendo corroer toda a graça derramada em nossa vida pelo precioso sangue de Jesus Cristo que nos ensinou acima de tudo o que é perdão. Veja o vídeo até o fim e reflita mais um pouco..ore...peça ao Senhor direção em tudo em sua vida!
Afinal, a quem devo eu odiar? Pense, reflita, decida pela sua vida e aprenda que o ódio é o alimento mais pernicioso que existe e este sentimento destrói a alma do homem que foi criado para a glória de Deus e com Ele deve viver levando o amor a vencer todo o ódio e rancor!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

TAPANDO AS BRECHAS!!!

“Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei”. Ezequiel 22:30
À medida que nos aproximamos do fim, os heróis da fé, os poucos homens que ao longo dos anos se colocavam corajosamente ao lado de Deus, que “… mesmo em face da morte não amaram a sua própria vida” (Apocalipse 12:11) estão se retirando de cenário. Homens que “… passaram pela prova de escárnio e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelha e de cabra, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra…” (Hebreus 11:36-38). O povo de Deus nos últimos dias está sendo embalado em uma espessa nuvem de incredulidade, até chegar ao ponto no qual Deus mesmo diz em sua Palavra: “… porque és morno e nem és quente nem frio estou a ponto de vomitar-te da minha boca”. (Apoc. 3:16). Onde se encontra o verdadeiro povo de Deus? Um povo que não recue, não por confiar na sua própria força, mas por saber que na frente desse exército está o Senhor dos Exércitos. “Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Jos. 1:9). Deus tem procurado esses homens valentes nos últimos dias. Conforme está escrito no livro de Ezequiel, homens que estejam dispostos a tapar o muro que tem sido danificado… Mas que muro é esse?
O Muro de proteção
No livro de Isaías encontramos a resposta para esta indagação: Porque este é um povo rebelde, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do SENHOR… Por isso, assim diz o Santo de Israel: porquanto rejeitais esta palavra, e confiais na opressão e perversidade, e sobre isso vos estribais, por isso esta maldade vos será como a brecha de um alto muro que, formando uma barriga, está prestes a cair e cuja quebra virá subitamente (Isa.30:9-13). A Lei de Deus é representada em Sua Palavra pelo grande muro que protegia a cidade de Jerusalém. Quando o povo pecava contra Deus, conforme o texto de Isaías, o Senhor simbolizava esse pecado como brechas que eram feitas nos muros da cidade, para mostrar que pela transgressão, o povo estava se colocando em condições de serem vencidos pelo verdadeiro inimigo das almas, Satanás. As brechas e o danificar os muros, representam portanto os nossos pecados. Sendo assim, percebemos que nos dias de Ezequiel a condição espiritual do povo não era diferente, pois o Senhor mesmo disse que os muros estavam sendo novamente danificados (a lei de Deus sendo transgredida), as brechas estavam cada vez maiores (pecados que dia após dia se tornavam mais comuns) e o pior, não havia um homem que estivesse disposto a lutar contra essa condição. A situação ganha ainda mais horror quando no livro de Ezequiel Deus apresenta o seguinte relato:
“Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram! Os teus profetas, ó Israel, são como raposas nos desertos. Não subistes às brechas, nem reparastes o muro para a casa de Israel, para estardes firmes na peleja no dia do SENHOR. Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O SENHOR disse; quando o SENHOR não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra. Porventura não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O SENHOR diz, sendo que eu tal não falei? Portanto assim diz o Senhor DEUS: Como tendes falado vaidade, e visto a mentira, portanto eis que eu sou contra vós, diz o Senhor DEUS. E a minha mão será contra os profetas que veem vaidade e que adivinham mentira; não estarão na congregação do meu povo, nem nos registros da casa de Israel se escreverão, nem entrarão na terra de Israel; e sabereis que eu sou o Senhor DEUS. Porquanto, sim, porquanto andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz; e quando um edifica uma parede, eis que outros a cobrem com argamassa não temperada; Dize aos que a cobrem com argamassa não temperada que ela cairá. Haverá uma grande pancada de chuva, e vós, ó pedras grandes de saraiva, caireis, e um vento tempestuoso a fenderá”. Ezequiel 13:3-11
Ao procurar os homens que estivessem dispostos a reparar as brechas, a tapar os muros, a lutar contra os pecados e as abominações que se cometiam no meio de Jerusalém, o Senhor, além de não encontrar nenhum homem através do qual pudesse atuar, Ele ainda vê pessoas que se passavam por homens de Deus, agindo falsamente para encobrir os pecados que eram cometidos no meio do povo, dizendo coisas mentirosas como se Deus fosse Aquele que estivesse falando através deles. Com isso, as rupturas no muro se tornavam cada vez maiores e as rupturas que já existiam eram cada vez mais abertas, na medida que novos fragmentos iam sendo abertos no muro que o Senhor Deus havia edificado para proteção e cuidado do Seu povo. Pecados que antes eram vistos de forma abominável pelo povo, se tornaram parte das suas práticas diárias, o povo dia após dia pisava abertamente na Lei do Senhor que fora estabelecida no meio do Seu povo para ser um muro de proteção. Por essa razão o Senhor envia uma última mensagem para o povo dizendo: “Por isso, eu derramei sobre eles a minha indignação, com o fogo do meu furor os consumi; fiz cair-lhes sobre a cabeça o castigo do seu procedimento, diz o Senhor Deus” (Ezequiel 22:31).
Novamente a história se repete. Nós estamos vivendo nos últimos dias da história desse mundo, a grande controvérsia entre Cristo e Satanás está chegando perto do seu fim e o mundo se entrega cada vez mais a prostituição, idolatria, relacionamentos completamente desaprovados por Deus que são contrários a natureza; o povo de Deus como vimos, é um povo morno, se sentindo rico sem saber que é miserável, pobre, cego e nu (Apoc. 3:17), bebe aquilo que Babilônia está lhe oferecendo para beber ao ponto de estar embriagado e não possuir mais discernimento espiritual. A apostasia e as trevas morais tomam conta do mundo e do povo que se chama pelo nome do Senhor, os cristão.
A principal ruptura no muro
Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem discernem o impuro do puro; e de meus sábados escondem os seus olhos, e assim sou profanado no meio deles. Os seus príncipes no meio dela são como lobos que arrebatam a presa, para derramarem sangue, para destruírem as almas, para seguirem a avareza. E os seus profetas têm feito para eles cobertura com argamassa não temperada, profetizando vaidade, adivinhando-lhes mentira, dizendo: Assim diz o Senhor DEUS; sem que o SENHOR tivesse falado. (Ezequiel 22:26-28)
O sábado, o quarto mandamento da Lei de Deus está sendo profanado. A palavra profanar significa tratar com indiferença, com desrespeito, com irreverência as coisas sagradas; é você deliberadamente ignorar algo que foi santificado, ou separado por Deus para um fim sagrado, neste caso o sábado. Nós sabemos que a Lei do Senhor é constituída por 10 mandamentos, os quais foram escritos com o dedo do próprio Deus (Deut. 9:10), em tábuas de pedra, (material usado para fazer os muros da época) demonstrando não só a força protetora, mas também a perpetuidade com a qual os mandamentos do Senhor deveriam ser considerados. Mas não é o que aconteceu. O povo de Deus, ao longo do desenvolvimento do cristianismo, começou a se prostituir com os pagãos e costumes desses povos começaram a ser introduzidos no meio do povo. A guarda do primeiro dia da semana, o domingo, que era desde o estabelecimento de Babilônia como um império, um costume entre esse povo pagão, foi determinantemente estabelecido entre o povo de Deus no ano de 364 d.C. conhecido pela história como o Concílio de Laodicéia, no qual Constantino proíbe os Cristão de guardarem o sábado. Aqueles que tentaram se opor a essas mudanças passaram pelas mais terríveis atrocidades que já foram registradas pelas páginas da história. O costume entrou no meio do povo de Deus, e embriagado com esse vinho espúrio, foi aceita essa suposta mudança na Lei do Senhor como se essa mudança fosse ordenada por Deus. Mas a muitos séculos atrás, Deus já anunciava o que ocorreria, que o sábado seria profanado e que simbolicamente o muro seria danificado, demonstrando que a sua Lei seria danificada (modificada).
“E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardando a tradição dos homens. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição”(Marcos 7:7-9). Essas são as palavras de Jesus que ainda ecoam no meio do Seu povo nos dias de hoje. E em outra oportunidade, o Apóstolo Paulo insta o povo de Deus a estudar as páginas das Sagradas Escrituras por uma razão específica: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas”(II Tim. 4:3-4). Fábulas são histórias criadas, são lendas que o povo inventa, mas que passam de geração a geração e se tornam bem conhecidas no meio do povo e contadas pelas pessoas. É assim que Deus considera tudo aquilo que ultrapasse o que Ele estabeleceu em Sua Palavra, doutrinas falsas que são inseridas no mundo cristão através de fatos não escriturísticos e que as pessoas aceitam e passam de geração após geração como se fossem verdades.  Todos esses erros precisarão ser corrigidos, porém o povo não poderá usar “argamassa não temperada”, falsos ensinamentos, mensagens que desvirtuam o verdadeiro propósito do evangelho, colocando-os em lugar da única verdade capaz de manter o muro em pé.
“Mostrou-me também isto: eis que o Senhor estava sobre um muro levantado a prumo; e tinha um prumo na mão. O SENHOR me disse: Que vês tu, Amós? Respondi: Um prumo. Então, me disse o Senhor: Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo de Israel” (Amós 7:7-8). O prumo é um instrumento usado na construção civil para verificar a retidão exata de uma parede, e esse será o padrão que Deus usará. Colocará um fio de prumo para verificar se aquilo que está sendo apresentado está de acordo com a retidão e a exatidão estabelecida por Ele na Sua Lei, no muro que Ele mesmo edificou em redor do Seu povo.  
A Restauração 
Nesses últimos dias, assim como no passado, Deus está a procura de homens que estejam dispostos a levantar o estandarte da verdade. Homens que não tenham perdido o senso de missão e a sua identidade, mesmo vivendo em meio a um mundo pecador. Talvez nesse momento você esteja com a seguinte dúvida: Mas então qual é a minha identidade e qual é a minha missão? Vamos deixar que a Palavra de Deus nos responda:
“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. (Fil. 3:19)
Se você e eu aceitamos a Jesus como nosso Salvador, se você e eu nos colocamos em condições para que em nome de Jesus sejamos adotados na família celestial, Deus nos dá as boas vindas, pois a partir de agora nós somos cidadãos celestiais. Nossa pátria é o céu e Deus espera agora sim, que como um verdadeiro patriota nós lutemos pela nossa pátria, pois afinal, Deus não somente nos chamou para sermos cidadãos, como também nos deu um importante cargo que demonstra nosso patriotismo e nosso amor pelo país que fomos enviados, pois “…somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio…” (II Cor. 5:20). Um embaixador é enviado a um outro país com o objetivo de representar o país pelo qual ele foi enviado. Não tem nada que ver com o país onde ele estará. Deve estar ali apenas com o objetivo de representar a sua nação. Como vimos, nossa identidade é cristã, pois Cristo é aquele que conseguiu para todo aquele que o aceita o direito à cidadania celestial, nunca podemos esquecer que pertencemos a Jesus, que somos como que nascidos de Deus, possuidores da cidadania celestial quando O aceitamos como nosso Salvador. Essa é a nossa identidade. Quando digo que sou cristão, é como se dissesse que pertenço a Jesus, que vivo como Ele viveu, que amo o que Ele ama e que aborreço o que Ele aborrece. Tem sido essa a nossa atitude ou estamos dispostos a vender o nosso direito de cidadania assim como fez Esaú?
Entendendo melhor a nossa identidade, descobrimos agora que temos um cargo de embaixadores, enviados pelo céu a este mundo, e com este cargo, fomos enviados com o único propósito de cumprir uma missão especial. Essa missão, é encontrada com base no cumprimento de uma promessa feita por Deus ao Seu povo, promessa a qual o Senhor aguarda ansiosamente ver o cumprimento quando Ele diz: “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e reparador de veredas…” (Isaías 58:12). Essa é a nossa real missão; somos chamados para ser reparadores de brechas, e são homens como esses que o Pai tem procurado no meio do Seu povo. Homens de fé e coragem, homens que estejam dispostos a ser usados por Deus segundo a boa vontade dEle, pois, embora existam milhares e milhares de pessoas ao redor do mundo que se dizem cristãs, o Senhor Deus apresenta o verdadeiro caráter da maior parte desse povo: “Eles vem a ti, como o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois, com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33:31).
O exemplo de Daniel
Daniel, um jovem, que no seu nome carrega a característica do povo de Deus que viveria nos últimos dias. Daniel significa “Deus meu Juiz”. O povo de Deus nos últimos dias, foi caracterizado em Apocalipse 3 pela igreja de Laodicéia que significa “Povo do juízo”. Laodicéia é a condição na qual se encontra o povo de Deus na atualidade, condição deplorável, condição de perdição. Daniel é o exemplo vivo do que Deus espera de Seu povo do juízo nos dias que vivemos. Você deseja conhecer mais a fundo a sua missão? Deseja estar entre aqueles que são considerados e lembrados por toda a eternidade como reparadores de brechas? Em breve, com base na vida desse jovem valoroso aos olhos de Deus, veremos mais a fundo como Daniel cumpriu sua missão nos dias que ele viveu dando o exemplo de como também nós devemos cumprir nossa missão nos dias que estamos vivendo, pois o mesmo Espírito que operava na vida de Daniel no passado é o que está a nossa disposição nos dias de hoje para que sejamos fiéis como ele foi nesse último tempo de juízo.
Que Deus te abençoe!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

NÃO TOQUEIS NOS MEUS UNGIDOS!!!

NÃO TOQUEIS NOS MEUS UNGIDOS NEM MALTRATEIS OS MEUS PROFETAS!!
Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor -
Salmos 80:1.
Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas -
Salmos 105:15
Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim, se espalharam, por não haver pastor, e se tornaram pasto para todas as feras do campo. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque - Ezequiel 34:1 -6.
Vendo ele - Jesus - as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor - Mateus 9:36

"Não Toqueis nos Meus Ungidos"
INTRODUÇÃO
A vasta maioria dos membros das assim chamadas "igrejas evangélicas" de todos os matizes - sejam protestantes, evangélicas propriamente ditas, pentecostais, carismáticas e da terceira onda - já tiveram a oportunidade, em um ou outro momento, de presenciar um pastor, presbítero, missionário, evangelista, apóstolo, profeta ou algo que o valha, subir ao púlpito de uma comunidade qualquer e mandar ver um sermão acerca de "não toqueis nos meus ungidos". Junto com o sermão, bastante impróprio, diga-se de passagem, vem um besteirol que beira realmente às raias do ridículo.
Estes sermões são todos motivados pelo conceito errado e realmente perverso de que aqueles que servem ao Senhor nas funções de pastor, presbítero, missionário, evangelista, apóstolo ou profeta etc, são realmente "servos especiais" que pertencem a uma categoria que é distinta de todos os outros crentes. Como "servos especiais", estas pessoas, pois existem homens e mulheres nesta categoria, imaginam que estão acima de qualquer tipo de crítica e que podem mandar e desmandar na Igreja do Senhor, porque, segundo eles mesmos, o Senhor lhes concedeu poder e autoridade "especiais". Por este motivo todo e qualquer criticismo, não importa a intenção, será confrontado vigorosamente através de vários mecanismos entre os quais se encontra o famigerado sermão acerca de "não toqueis nos meus ungidos".
Mas existem mesmos pessoas especiais para Deus? Existem mesmo pessoas que recebem um batismo com o Espírito Santo que é mais poderoso do que o batismo com o Espírito Santo que veio sobre todos os outros cristãos? Existe realmente uma unção que é maior, melhor, mais poderosa do que a unção com que o próprio Deus ungiu a todos os crentes no Senhor Jesus Cristo?
Outro dia o autor tomou conhecimento de que um falso mestre que atende pelo nome de Benny Hinn, declarou ter visitado os túmulos de duas mulheres fundadoras de igrejas cristãs do passado e que "coletou", para si mesmo, "a poderosa unção" que ainda se encontrava naqueles túmulos cheios de pessoas mortas. Não duvido que ele tenha realmente "coletado" alguma coisa, mas certamente o que ele coletou não tem nada a ver com o Espírito Santo de Deus. Este patético senhor e todos seus seguidores, e não são poucos, estão realmente fora de sintonia com o Deus da Bíblia e com a própria Bíblia como espero demonstrar neste artigo. Quando confrontado por tais práticas estranhas e realmente abusivas o senhor Benny Hinn reagiu com as seguintes palavras: "Se você falar mal de mim, ou contra a unção que está em mim e no meu ministério, seus filhos irão sofrer as conseqüências". Quão longe este tipo de atitude se encontra do verdadeiro ensino dos Evangelhos fica a critério do leitor decidir.
Mas como conseguimos chegar neste nível de desarranjo espiritual onde um homem que alega ser pregador da palavra de Deus age como um verdadeiro seguidor do espiritismo kardecista e procura recolher pretensas unções em cemitérios? Tudo isto acontece por um simples, mas poderoso fato, que pode ser assim representado: existem algumas pessoas que se arvoram ares de super-crentes ao mesmo tempo em que existem também, milhares de outras pessoas que estão dispostas a acreditar e seguir os super-crentes a qualquer custo, achando que com isto estão seguindo no caminho de Deus. O autor deseja dizer aqui com todas as letras, apenas que: NÃO EXISTEM SUPER-CRENTES. Tudo o mais será dito no restante deste artigo.
I. Os Abusadores
Abuso espiritual, pode parecer estranho, é um estado de coisas amplamente denunciado nas páginas das nossas Bíblias. No passado, durante os dias do Antigo Testamento, Deus levantou inúmeros profetas para denunciarem este tipo de perversidade. No Novo Testamento, o próprio Senhor Jesus tomou uma boa porção do Seu ministério para denunciar e confrontar aqueles que abusam espiritualmente de outras pessoas. Por estes motivos nós faremos muito bem em ouvir o que eles têm a dizer acerca dos desmandos e abusos que percebemos nos dias de hoje, da parte de homens e mulheres que são extremamente ágeis e rápidos em se proteger debaixo da couraça representada pela expressão "não toqueis nos meus ungidos".
A. O Profeta Ezequiel
A passagem de Ezequiel 34:1 - 6 é certamente a que melhor descreve, no Antigo Testamento, o assunto que é objeto deste artigo, a saber: Abuso Espiritual.
1 Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
2 Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas?
3 Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.
4 A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza.
5 Assim, se espalharam, por não haver pastor, e se tornaram pasto para todas as feras do campo.
6 As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque.
Nesta passagem nós encontramos a palavra do Senhor vindo até o profeta Ezequiel lhe ordenando que profetize contra "os pastores de Israel". Por esta expressão, como fica evidente pelo contexto, devemos entender que o profeta não está se referido literalmente a pastores de ovelhas, e sim a todos os líderes da nação de Israel. Ele dirige suas palavras aos magistrados e aos príncipes, aos levitas e aos sacerdotes i.e. a todos aqueles que tinha a responsabilidade de cuidar do povo de Deus. De zelar sobre o povo de Deus, de protegê-lo e de não explorá-lo.
Através do profeta Ezequiel é o próprio Deus quem tem algo a dizer a estes líderes. E Deus fala de uma posição privilegiada já que Ele mesmo é reconhecido como o pastor por excelência sobre seu povo - ver Salmos 80:1. E como pastor sobre Seu povo, Deus é louvado, de forma magistral por Davi no Salmo 23 que começa exatamente com as palavras "O SENHOR é o meu Pastor, nada me faltará"! Fala o Deus-pastor de Israel e diz: "Ai dos pastores de Israel"! E nesta expressão nós encontramos uma vibrante contradição entre como aqueles homens se viam e como o Deus-pastor os via. Como iremos perceber os problemas causados por pastores abusadores, existem desde os tempos mais antigos.
Pastores, como líderes, gostam de pensar de si mesmo como pessoas diferenciadas, acima das outras pessoas. Gostam de se ver como sendo "especiais", como super-crentes. Apesar de gostarem de se ver desta maneira, Deus não está nem por um segundo interessado em participar no jogo deles. Suas palavras são de condenação absoluta desde o começo: "Ai dos pastores de Israel". Aqueles homens achavam que as posições que ocupavam eram tão dignificadas que os tornavam, automaticamente, isentos e imunes a toda e qualquer forma de crítica. Não entendiam que as posições que ocupavam, bem como as funções que executavam, realmente, não os isentavam de ter que admitir seus erros, de ter que confessar seus pecados e de sofrer as graves conseqüências dos juízos de Deus, caso não se arrependessem. Esta palavra realmente dura da parte do Senhor é motivada pelo fato de que os pastores não são "donos" do rebanho de Deus e por este motivo não podem tratar o rebanho de Deus de qualquer maneira e muito menos de maneiras que sejam abusivas. Pastores, como diz o apóstolo Pedro, não passam de cooperadores submetidos ao Senhor Jesus que é chamado de Supremo pastor - ver 1 Pedro 5:4. O motivo porque o Senhor usa tão duras palavras foi expresso de forma perfeita pelo profeta Jeremias quando diz: "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! - diz o SENHOR - Jeremias 23:1. Porque somos ovelhas do pasto do Senhor, é que Ele se mostra tão aborrecido quando somos maltratados por aqueles que deveriam realmente cuidar de nós. Todos aqueles que são chamados, pelo SENHOR, para ajudar a cuidar das ovelhas do Seu pasto, vejam bem como procedem porque Deus não se agrada de tolos - ver Eclesiastes 5:4! Conforme podemos ver neste texto de Ezequiel, Deus irá sempre tratar com firmeza aqueles que não viverem à altura dos compromissos assumidos como pastores e servos a serviço do povo de Deus.
Ezequiel, falando em nome do Deus-Pastor de Israel, confronta os pastores dos seus dias de várias maneiras.
1. Em primeiro lugar existe a pergunta mais básica que precisa ser respondida e que é: por que existem pastores? A resposta nos vem através de uma pergunta feita pelo profeta: Não apascentarão os pastores as ovelhas? Pastores existem, primariamente, para apascentar as ovelhas. Para cuidar das ovelhas. E devem executar estas funções sem condenar e sem brutalizar as ovelhas. Usando uma linguagem bastante direta, o profeta acusa os pastores de estarem cuidando de si mesmos em vez de estarem cuidando das ovelhas: "Ai dos pastores que se apascentam a si mesmos!". Como se não fosse terrível o bastante ignorarem as necessidades das ovelhas por estarem por demais ocupados consigo mesmos, estes pastores ainda tratavam as ovelhas com extrema brutalidade, pois o profeta diz: "Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas" e "dominais sobre elas com rigor e dureza". O interesse daqueles pastores estava muito mais nos benefícios materiais que poderiam receber das ovelhas - carne, gordura, lã - do que nos benefícios espirituais que poderiam e deveriam repartir no cuidado do rebanho. Para Ezequiel, o interesse daqueles pastores não estava centrado no chamado de Deus e no pastoreio e sim no poder e no controle que exerciam sobre as ovelhas.
2. Em segundo lugar existe a triste constatação de que os pastores estavam negligenciando por completo suas responsabilidades, mesmo as mais básicas. O profeta diz: "A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes". Mas que situação tão terrível! Por que estes homens agiam assim desta maneira? Além da absoluta falta de interesse verdadeiro pelas ovelhas, eles agiam desta maneira em parte por ignorância e em parte por preguiça. O despreparo dos pastores é notório e a preguiça de muitos deles também. Deixa o rebanho pra lá, dizem. O rebanho só me interessa pelo que posso conseguir dele, o resto é realmente irrelevante. Pensam e agem assim porque sabem que o povo os tem em alta estima e ninguém vai realmente querer peitar o "ungido do Senhor".
3. O resultado direto deste descaso e ignorância não demora a ser sentido. Ovelhas sem cuidados pastorais e maltratadas tendem a se espalhar, por não haver pastor, e acabam por tornar-se pasto para todas as feras do campo. Este é o triste fim de todas as situações de abuso espiritual que encontramos, mesmo nos dias de hoje: ovelhas dispersas, abandonadas e sendo devoradas por todos os tipos de "feras". O profeta constata, em nome do Deus-Pastor de Israel, esta triste realidade ao dizer: "As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro". Ovelhas abusadas só conseguem resistir até certo ponto. Algumas chegam mesmo a morrer dentro do próprio redil - a comunidade local que chamamos de igreja. Outras, não agüentando mais os abusos, preferem abandonar o redil. E os pastores demonstram algum tipo de preocupação? As palavras de Ezequiel estão repletas de desconsolo neste quesito: "as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque". A triste conclusão a que chegamos ao analisar este texto é a mesma de muitos irmãos que têm nos procurado para nos dizer: melhor ficar sem pastor, do que sob os cuidados, ou melhor, a falta de cuidados, deste tipo de pastores denunciados pelo profeta.
Não podemos ignorar que os pastores abusadores, não desistem de seus atos de abuso, mesmo quando as ovelhas saem dos seus redis. Estes abusadores perseguem as ovelhas, visando trazê-las de volta à situação terrível da qual haviam escapado. Quando encontram resistência por parte da ovelha que saiu, a atitude dos abusadores é, como o leitor já sabe, mais abuso. Falsas acusações de insubordinação, de insubmissão e falta de consagração a Deus são apenas o começo. Visando intimidar a "ovelha desgarrada", pastores abusadores partem para os mais baixos tipos de manipulação que incluem: dizer que a "ovelha desgarrada" nunca foi verdadeiramente crente, ou pior, dizer que a "ovelha desgarrada" vai direto para o inferno. Depois, com a cara lavada, estes abusadores sentem-se livres para afirmar que suas igrejas são igrejas que "cuidam realmente" das pessoas e ninguém poderá dizer que não tentaram trazer a ovelha desgarrada de volta.
Mas é interessante notar, que nestes encontros, que visam à reconciliação, não existe, por parte dos abusadores, nem uma palavra de admissão de erros cometidos. Como são os "ungidos do Senhor" estão muito acima até mesmo da possibilidade de cometerem o menor pecado. Afinal eles ensinam, que pastores, não cometem erros nem pecados e não precisam nunca pedir perdão. E quando apertados, costumam sacar, sem a menor cerimônia, seu texto favorito que diz: Não toqueis nos meus ungidos! São realmente patéticos nestas horas.
A verdade que muitas vezes resistimos em reconhecer, e pessoas abusadas sentem esta dificuldade de uma maneira muito mais aguda, é que existem muitos homens, mas muitos mesmos, que se intitulam pastores, são até mesmo ordenados, mas que na realidade não são pastores de verdade. Não possuem chamado, não se submetem ao Senhorio de Jesus e não se dispõe ser aquilo que devem ser: servos, a serviço do povo de Deus. Muitos hoje estão no ministério apenas por interesses financeiros e comerciais. Como "ser pastor" se tornou em apenas mais uma profissão, o pastor-abusador fará de tudo que estiver ao seu alcance para não perder sua "boquinha".
B. O Senhor Jesus e os Falsos Pastores
Nos dias em que andou por este mundo, o Senhor Jesus foi um ferrenho adversário dos falsos pastores. Jesus se opôs abertamente contra todos aqueles que, chamando-se pastores, se ocupam realmente somente consigo mesmos e abandonam o rebanho completamente. A situação do povo de Israel nos dias de Jesus não era nem um pouco diferente daquela que encontramos nos dias do profeta Ezequiel. O evangelista Mateus nos diz que: "Vendo ele - Jesus - as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor - Mateus 9:36".
O encontro frontal entre Jesus e os falsos pastores de Israel dos seus dias, será discutido na parte 3 desta série.
II. "Não Toqueis nos Meus Ungidos"
Conforme mencionamos anteriormente, pastores abusadores gostam de pensar acerca de si mesmos, como sendo super-crentes. Gostam de pensar acerca de si mesmos como pertencendo a uma casta realmente separada e distinta de todos os outros irmãos. Dentro desta visão costumam, por um lado, torcer textos bíblicos para beneficiá-los e por outro lado inventam uma série de normas que são colocadas em prática tão logo são questionados ou se sentem ameaçados. É importante que deixemos bem claro que na grande maioria das vezes, este sentimento de que estão sendo ameaçados, é completamente irracional. Vamos primeiro ver os textos favoritos dos pastores abusadores quando o assunto é a auto-defesa deles, e em seguida, veremos algumas das normas mais comuns implementadas em suas defesas. Não podemos nunca nos esquecer que todos os recursos utilizados pelos pastores abusadores visam não deixar nenhuma dúvida na cabeça de nenhuma pessoa acerca de quem realmente manda!
A. Os Textos Bíblicos Favoritos dos Pastores Abusadores
Os pastores abusadores gostam de se ver como pertencentes a uma classe toda especial de pessoas. Uma das maneiras favoritas de se descreverem é atribuir a si mesmos o pomposo título de "ungido do Senhor". Com isto querem dizer que são objetos de uma unção toda especial da parte de Deus. Esta "unção" possui verdadeiro poder mágico de transformá-los em super-crentes. Como tais, estão imunes de cometer os mesmos erros que todos nós estamos sujeitos a cometer. Como não cometem erros, não têm nada acerca do que devem pedir perdão. Como não cometem erros nem pecados, são também inatacáveis e não podem sofrer nenhum tipo de crítica ou censura. Qualquer pessoa que ouse criticá-los ou condená-los por práticas abusivas será severamente tratada.
Mas vamos considerar, por breves instantes, o mito de que a expressão "não toqueis nos meus ungidos" diz respeito aos pastores abusadores. Mitos nada mais são do que palavras que assumiram um significado diferente daquele que lhe foi atribuído pelo autor original. O mesmo é verdade com o mito criado em torno da expressão "não toqueis nos meus ungidos", como podemos perceber pela evidência a seguir.
1. A expressão "ungido do Senhor" é bíblica e ocorre exatas oito vezes no texto hebraico do Antigo Testamento. Seis destas oito menções fazem referência ao rei Saul. Uma faz referência ao Rei Davi e uma diz respeito ao Ungido do Senhor como aguardado pelo profeta Jeremias. As menções aos reis Saul e Davi, deixam bem claro que os ungidos do Senhor não eram homens imunes nem a erros, nem a críticas e muito menos à disciplina por parte do Senhor. Ver a lista completa de versículos que trazem a expressão "ungido do Senhor" no final deste artigo.
2. A expressão "teu ungido" é também bíblica e ocorre seis vezes no texto hebraico do Antigo Testamento. Destas seis, uma diz respeito ao rei Davi e todas as outras ao Ungido como esperado pelo povo de Israel. Novamente a referência ao rei Davi é um claro indicativo que o "ungido do Senhor" era alguém passível de cometer erros, de sofrer críticas e, no caso específico de Davi, de sofrer graves conseqüências por pecados cometidos. Ver a lista completa de versículos que trazem a expressão "teu ungido" no final deste artigo.
3. A expressão "meu ungido", da mesma forma que as duas anteriores, é bíblica e ocorre duas vezes no texto hebraico do antigo testamento. As duas referências dizem respeito ao Messias ou Ungido como esperado pelo povo de Israel. Ver a lista completa de versículos que trazem a expressão "meu ungido" no final deste artigo.
4. Por sua vez, a expressão "seu ungido", ocorre onze vezes no texto hebraico do Antigo Testamento e uma única vez no texto grego do Novo Testamento. Estas onze referências estão assim distribuídas:
" 5 vezes fazem referência ao Ungido como o esperado Messias de Israel.
" 3 vezes fazem menção a Saul.
" 1 vez diz respeito à Eliabe, irmão de Davi.
" 2 vezes a citação é referente ao rei Davi.
" 1 vez ao imperador dos Medos, Ciro.
Desta maneira fica fácil notar que quando não se refere ao Ungido que representa o Senhor Jesus, os textos falam de homens que foram tão pecadores como qualquer um de nós. A unção para ser rei sobre o povo de Israel, conferida a Saul e a Davi, não era nenhuma garantia de que aqueles homens estavam imunes do poder do pecado, ou que não poderiam ser criticados e que estariam completamente isentos da disciplina de Deus. Ver a lista completa de versículos que trazem a expressão "seu ungido" no final deste artigo.
5. Por fim restam as duas referências que trazem de forma explícita a expressão "não toqueis nos meus ungidos". Estas referências são:
1 Crônicas 16:22 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
Salmos 105:15 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
Antes de analisarmos estes versículos é necessário dizer que os mesmos são idênticos e isto por um bom motivo. O verso de 1 Crônicas é parte de uma compilação de Salmos que se estende do verso 7 até o verso 36 do capítulo 16 de 1 Crônicas. Esta compilação contém partes dos salmos 96, 105 e 106.
Conforme dissemos, os dois versículos são idênticos, portanto, a interpretação de um servirá como interpretação para o outro também. A questão mais importante para nós, neste momento, é definir acerca de quem o salmista está falando? Quem são os ungidos do Senhor? O contexto deixa isto bem claro, e por ele nós podemos ter certeza absoluta quem são as pessoas a quem o Senhor se refere como sendo os "ungidos do Senhor" e de "meus profetas". Salmos 105:8 - 15 diz o seguinte:
8 Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações;
9 a aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque;
10 o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel por aliança perpétua,
11 dizendo: Dar-te-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança.
12 Então, eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela;
13 andavam de nação em nação, de um reino para outro reino.
14 A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis,
15 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
O texto é absolutamente cristalino. Aqueles que são chamados de "ungidos do Senhor" e de "meus profetas" são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. São os Israelitas. Todos e cada um deles. Ninguém que pertença verdadeiramente ao povo de Israel é deixado de fora.
Portanto, como dissemos, o mito de que os pastores constituem-se em os "ungidos do Senhor", como uma casta distinta e superior a todos os crentes, não passa realmente de uma invencionice perversa cujo único propósito é munir homens perversos com mecanismos que os possibilitem abusar de suas ovelhas. Precisamos retornar, de maneira urgente, ao padrão bíblico do pastor-servo à imitação do próprio Senhor Jesus.
B. O Ensino do Novo Testamento Acerca de Termos Sido Ungidos por Deus
O Novo Testamento ensina exatamente a mesma coisa que é ensinada no Antigo Testamento. Todos os que pertencem ao Povo de Deus foram ungidos pelo próprio Deus. Todos os crentes verdadeiros, sem exceção recebem uma e rigorosamente a mesma unção. Não existem cristãos mais ungidos que outros cristãos. E, definitivamente, não existem "ministérios ungidos" e muito menos esta figura preconizada por falsos mestres, como Benny Hinn, de que é possível possuir "uma unção" específica, distinta da única unção disponível a todos os cristãos.
O texto de 2 Coríntios 1:21 - 22 diz: "Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração". Estes dois versos ensinam claramente que só existe uma unção e que todos os cristãos são participantes desta unção, pois o repartir da mesma é um ato do próprio Deus.
Quando Paulo diz que Deus nos ungiu, ele está dizendo que todos nós que somos genuinamente cristãos, fomos ungidos diretamente pelo próprio Deus. Nas tradições judaicas era costumeiro a unção de reis, profetas e sacerdotes quando do início do exercício das suas funções. Isto pode ser observado em Êxodos 28:41 e 40:15 com relação aos sacerdotes; em 1 Reis 9:16 e Isaías 61:1 com relação aos profetas e em 1 Samuel 10:1;15:1; 2 Samuel 2:4 e 1 Reis 1:34 com relação aos reis de Israel. A palavra "ungido" é também usada para se referir, de modo todo especial, ao Senhor Jesus que é chamado de: Ungido (português) = Cristo (grego) = Messias (hebraico). Jesus é o ungido por excelência de Deus já que Ele possui um triplo serviço como Rei, Profeta e Sacerdote. A expressão ungido também é usada para se referir a todos os crentes e indica que os mesmos são consagrados ou separados para o serviço de Deus pelo Espírito Santo. É por causa desta separação ou consagração, que somos chamados e considerados santos por Deus. O apóstolo João disse em 1 João 2:20: "E vós possuis unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento". A conseqüência desta unção na vida de todos os cristão pode ser vista em alguns versículos mais adiante, no mesmo texto, quando João diz:
"Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou. Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda. Se sabeis que ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele. - 1 João 2:27 - 29".
Assim temos que existe somente uma unção, que todos os crentes receberam esta mesma unção e que Deus mesmo é aquele que nos unge. Não devemos, portanto, ter medo de desmascarar a qualquer um que pretenda ser possuidor de algum tipo especial de unção. Unção especial só existe uma: é aquela com Deus mesmo ungiu a todos os crentes, sem exceção! Qualquer outra invencionice não passa de pretensão e orgulho humano querendo aparecer.
C. Métodos e Normas que são Geralmente Utilizados por Pastores Abusadores
O autor deseja advertir novamente aos leitores de que o material a seguir contém informações que podem não ser agradáveis à grande maioria das pessoas.
Pastores que abusam dos seus rebanhos seguem, normalmente, uma série comum de métodos e normas, visando estabelecer seu poder, domínio e controle absoluto sobre o povo de Deus. Entres estes métodos e normas podemos destacar as seguintes como sendo as mais comuns:
1. Pastores abusadores são extremamente defensivos quanto aos seus feudos particulares e tendem a agir de uma forma que é sempre abusiva quando se trata de defender seus próprios interesses. Os interesses pessoais de pastores abusadores estão, sempre, acima de quaisquer outros interesses. Não existe nenhum tipo de consideração cristã que possa intervir quando o que está em jogo for o interesse pessoal de algum pastor abusador. Em poucas palavras podemos dizer que para defender seus interesses vale-tudo para pastores abusadores.
2. Uma das características mais marcantes deste vale-tudo mencionado no item 1 acima, é a tendência constante de usar e abusar de passagens bíblicas, dentre as quais a favorita é: "Não toqueis nos meus ungidos". Pastores abusadores aprendem, de forma bastante rápida, a manipular a Bíblia visando alcançar seus mais inconfessáveis propósitos.
3. Pastores abusadores, porque possuem uma visão distorcida de si mesmos, literalmente adoram serem exaltados e tratados com toda a honra, toda a deferência e toda a pompa e circunstância, que, em suas mentes doentias, imaginam o "ungido do Senhor" merece.
4. Pastores abusadores são todos aqueles que acham que os termos usados no Novo Testamento para descrevê-los, termos como pastores, presbíteros e bispos, são realmente títulos e indicadores de posição. Nas suas pequeninas cabeças imaginam que os "títulos" que possuem os habilitam a dominar, governar e até reinar sobre o povo de Deus. A estes homens falta um mínimo de inteligência para entenderem que os termos usados no Novo Testamento são meros descritores de função e não possuem nenhum tipo de conotação hierárquica ou de posição ou nível. Todos os crentes, sem exceção, estão "EM CRISTO". Esta é a posição de todos os crentes: estamos todos "em Cristo". Pastores estão "em Cristo", da mesma maneira que as ovelhas estão "em Cristo". Não existe nenhuma diferença posicional entre os crentes. O que existe são funções diferentes. E a função daqueles encarregados de cuidar do rebanho de Deus é descrita como a de alguém que cuida de ovelhas (pastor); como de alguém que possui maturidade espiritual para ensinar, admoestar e exortar (presbítero) e como alguém que possui a função de supervisionar o rebanho de Deus (bispo). Como pode ser facilmente percebido as três palavras, pastor, presbítero e bispo, são meras descritoras das funções que precisam ser executadas e não fazem nenhuma referência a algum tipo de hierarquia que deva existir na Igreja dos Ungidos do Senhor! Os termos que o Novo Testamento usa de pastor, presbítero e bispo não descrevem ofícios e sim as funções que precisam ser desempenhadas por aqueles chamados para cuidar do povo de Deus.
5. Pastores abusadores gostam de reprovar de forma pública e privada a todos que consideram desobedientes e insubmissos. Esta desobediência e insubmissão não têm nada a ver com a Bíblia ou com a sã doutrina e sim com a vontade pessoal do pastor abusador. As reprovações privadas tendem a ser bastante desagradáveis, pois os abusadores sabem que dificilmente alguém irá acreditar nas palavras de alguém que está rotulado de insubmisso ou desobediente. Esta situação permite aos pastores abusadores usar os termos que bem quiserem nestas conversas, fazer as alegações que bem entenderem por mais estapafúrdias que sejam, levantar graves acusações por mais levianas que sejam e tirar as conclusões que lhes forem as mais convenientes. É praticamente impossível sobreviver em um ambiente tão hostil. Mas há muitos que continuam tentando. Somente a eternidade irá revelar a verdadeira dramaticidade destas conversas perversas e funestas.
6. Intimamente associado à reprovação pública está o desprezo público ou o isolamento de certos membros. Pastores abusadores fazem questão de deixar bem claro quem são as pessoas que não estão lhes agradando, e por este motivo precisam ser tratadas da maneira mais fria possível. Irmãos fracos, ao verem o pastor colocar alguém "na geladeira", seguem o mesmo mau exemplo e também passam a tratar o ferido da mesma maneira. Esta é uma das situações mais insuportáveis dentro de uma comunhão que se intitula cristã. Quando um pastor que deveria realmente estar cuidando da ovelha ferida, vira o rosto e age como se a ovelha não existisse, está cometendo um dos atos mais cruéis que podem ser praticados.
7. Pastores abusadores adoram subir nos púlpitos e disparar contra aqueles que consideram seus desafetos. Este é sem dúvida um dos piores atos que um pastor pode praticar: usar o tempo que deveria ser gasto para edificar o povo de Deus para resolver diferenças pessoais, muitas vezes com uma pessoa somente. Pastores abusadores sabem que o púlpito é prerrogativa exclusiva deles ou de quem eles convidam, portanto, sentem-se à vontade para maltratar as pessoas a partir daquela posição vantajosa. Quando sobem ao púlpito para agredir a quem quer que seja, os pastores abusadores demonstram apenas que são grandes covardes e como tais são dignos de uma coisa somente: desprezo absoluto.
8. Se a igreja possuir algum tipo de boletim o mesmo será usado por pastores abusadores para destilar triplamente o mais perverso tipo de veneno do qual se tem notícia. Este tipo de veneno intoxica a todos nos igreja. Ninguém que saiba ler fica imune desta contaminação verdadeiramente maligna.
9. Ameaças de toda sorte são também parte do arsenal comum a todos os pastores abusadores. Ameaças que vão desde o simples afastamento de algum ministério, chegando até à excomunhão ou expulsão que é o termo favorito dos abusadores neste quesito. Da pretensa, mas real, posição de autoridade, o pastor abusador se sente perfeitamente confortável para atazanar a vida de suas ovelhas com todos os tipos de ameaças, com algumas chegando a beirar a imoralidade.
10. Pastores abusadores costumam ensinar suas ovelhas que toda insubordinação e desobediência é pecado grave e que este tipo de pecado é digno das mais severas e pesados formas de disciplina. Desta maneira, a igreja está plenamente doutrinada e quando algo acontece todo mundo concorda com a violência praticada. Este é realmente um ciclo vicioso muito difícil de romper.
11. Outra característica bastante marcante entre pastores abusadores é a adoção de dois pesos e duas medidas como norma para o dia-a-dia. Este tipo de prática é tão comum, tratar uma mesma situação de duas maneiras diferentes, que a vasta maioria dos crentes dos dias de hoje já não reage a este estado de coisas. Preferem pensar que as coisas são assim mesmo. Que não adianta lutar. Que é bobagem se indispor. O autor entende todos estes argumentos, mas não pode deixar de chamar de covardes a todos que observam este tipo de prática e não se manifestam pela justiça e pela verdade! A motivação para o uso de dois pesos e duas medidas está completamente dependente àquilo que for o interesse do pastor abusador. São seus interesses pessoais e não a justiça e a verdade que interessam.
12. Pastores abusivos gostam de ensinar suas ovelhas idéias que possam causar falsos sentimentos de culpa. Estes sentimentos, por sua vez, só podem ser aliviados mediante um curvar-se, quase imoral, diante da vontade do pastor ou, se a pessoa tiver condições, de polpudas contribuições. Os que não possuem dinheiro acabam por trabalhar como verdadeiros escravos para o pastor, sua esposa e filhos. Fazem de tudo: reforma e pintura de casas, cozinham, lavam, passam, cuidam do jardim, das crianças, fazem faxina, limpeza pesada, lavam carros, servem como motoristas e vai por aí afora. Pastores abusivos sabem que uma mente bem manipulada por falsa culpa é capaz de produzir muitas e muitas coisas.
13. Abusadores gostam de criar panelas e grupelhos de todos os tipos dentro das igrejas. A alguns eles estendem a mão e chamam estas pessoas de "amigos pessoais". Este tipo de "amizade" vai muito além daquilo que dispensam aos outros irmãos da igreja. O resultado disto é que aqueles que são atraídos para dentro deste círculo íntimo compartilham o "poder" com o "chefe" e isto os faz leais até à morte, mesmo diante das maiores imoralidades que se possa ter notícia. Outros são privilegiados com posições "honradas" e destaques especiais naqueles ministérios que são considerados os mais "nobres". Quanta hipocrisia é possível existir dentro de uma igreja é realmente difícil de se aferir. Mas os abusadores adoram tudo isto e se divertem enquanto seguem impunes. Mas o SENHOR vê tudo e certamente haverá um severo ajuste de contas na hora apropriada.
14. Uma das formas mais medonhas de abuso espiritual é aquilo que podemos chamar de esoterismo. Esta é a prática mediante a qual a verdadeira natureza dos ensinamentos, da agenda que está sendo seguida e das práticas que são adotadas é revelada somente para os mais "chegados" ou àqueles que progridem, de forma verdadeira, dentro do movimento a que pertencem. O autor tem tido a oportunidade de observar inúmeras denominações, algumas históricas inclusive, onde o verdadeiro propósito e agenda é sustentar e manter a boa vida da classe sacerdotal ou dominante. Milhares e milhares de "formiguinhas" trabalham como escravos e contribuem para que um pequeno grupo tenha tudo do bom e do melhor. No dia em que estes verdadeiros "escravos" do século XXI acordarem, e se derem conta de que não precisam dos "faraós", este será um verdadeiro dia de glória.
15. Amor condicional é outro método favorito dos pastores abusadores. Só recebem amor aqueles que se enquadram perfeitamente dentro da vontade absoluta do abusador. Todos os outros são tratados com desdém e desprezo visível até por quem está apenas visitando o trabalho.
16. Abusadores exigem que qualquer pessoa que queira progredir na hierarquia que comandam, precisa, acima de tudo, ser um excelente modelo quando o assunto é contribuição. Posições de liderança são rigorosamente reservadas a pessoas que podem contribuir mais financeiramente.
Diante desta lista, verdadeiramente abominável, chega a ser ridículo perguntarmos por que as igrejas vão mal e estão tão enfermas. A resposta não precisa ser buscada na existência de demônios territoriais, inimigos da cruz nem em "irmãos insubmissos". A resposta para muitos dos males que existem na igreja moderna passa pela qualidade da liderança existente. Passa pela triste constatação de que os abusadores não estão preocupados com o Povo de Deus e sim com seus próprios interesses. Se desejamos uma nova Reforma, a mesma precisa começar, necessariamente, pela remoção de líderes abusadores e sua substituição por verdadeiros líderes que sejam pastores-servos a serviço do Povo de Deus.

Conclusão:
Creio que chegou a hora de praticarmos uma verdadeira defenestração, espiritual é claro, arrancando as máscaras dos pretensos "ungidos do Senhor"; virando as costas e dando adeus aos "faraós modernos" e abandonando por completo aqueles que se especializaram em, abusar de todos nós. O autor não tem nenhuma dúvida que a vasta maioria dos problemas que enfrentamos na Igreja do século XXI, está diretamente relacionada às lideranças canhestras que se encastelaram nas posições de liderança das igrejas de todas as denominações, o que lhes permite manter, com mão de ferro, o absoluto controle sobre o Povo de Deus. Precisamos, urgentemente, pedir que Deus suscite uma nova geração de pastores que possuam genuínos corações de servos. Corações que estejam realmente no servir o povo de Deus e não em serem servidos. E, por favor, vamos aprender de uma vez por todas, que igrejas e ministérios multimilionários, não servem realmente aos propósitos de Deus de levar o evangelho a todas as pessoas deste mundo.
O Que Fazer?