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sábado, 26 de maio de 2012

A CRUZ ESTÁ VAZIA!!

TANTO A CRUZ QUANTO O TÚMULO ESTÃO VAZIOS!!
QUAL A IMPORTÃNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS?

 
A ressurreição de Cristo é importante por vários motivos. Primeiro, é um testemunho do imenso poder de Deus. Acreditar na ressurreição é acreditar em Deus. Se Deus realmente existe, e se Ele criou o universo e tem poder sobre o mesmo, então Ele tem poder de ressuscitar os mortos. Se Ele não tem tal poder, Ele não é um Deus digno de nossa fé e louvor. Apenas Aquele que criou a vida pode ressuscitá-la depois da morte; só Ele pode reverter o horror que a morte é, e só Ele pode remover o aguilhão que é a morte e a vitória que pertence ao túmulo. Ao ressuscitar Cristo dos mortos, Deus nos faz lembrar de Sua absoluta soberania sobre a morte e vida.

Segundo, a ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã. Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete que os Seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo!

Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhe a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse ocorrido: 1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14); 2) fé em Cristo seria em vão (v.14); 3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v.15); 4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19). Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na ressurreição.

A inspirada Palavra de Deus garante a ressurreição do crente na vinda de Cristo para o Seu Corpo (a Igreja) durante o arrebatamento. Tal esperança e segurança são ilustradas em uma grande canção de triunfo que Paulo escreve em 1 Coríntios 15:55: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” Como é que esses versículos se relacionam com a importância da Ressurreição? Paulo responde: “o vosso trabalho não é vão” (v.58). Ele nos lembra que por sabermos que vamos ser ressuscitados a uma nova vida, podemos sofrer perseguição e perigo pela causa de Cristo (v.29-31), assim como Ele o fez, e assim como milhares de mártires por toda a história, que de bom grado trocaram suas vidas terrenas por vida eterna através da ressurreição.

A Ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para todo o crente em Jesus Cristo, pois Ele morreu, foi enterrado e ressuscitou no terceiro dia de acordo com as Escrituras. E Ele voltará! Os mortos em Cristo vão ser ressuscitados, e aqueles que permanecem vivos na Sua vinda vão ser transformados e receber corpos novos e glorificados (1 Tessalonicenses 4:13-18). Por que a ressurreição de Cristo é tão importante? Por ter demonstrado que Deus aceitou o sacrifício de Jesus a nosso favor. Ela prova que Deus tem o poder de nos ressuscitar dos mortos. Ela garante que aqueles que acreditam em Cristo não vão permanecer mortos, mas serão ressuscitados à vida eterna. Essa é a nossa abençoada esperança!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

SER CRENTE

SER CRENTE

Tem sido muito questionado nestes últimos dias o quanto estamos dando ênfase à obra que Cristo realizou pelas nossas vidas, sobre a nova vida que Cristo nos deu pelos seus méritos. Somos crentes (Aleluia), mas, o que seria ser crente???

Penso que ser crente é reconquistar a cidadania do céu pelo único e verdadeiro caminho –– Jesus Cristo, e viver, inteiramente, sob Seu governo, convicto de ser propriedade exclusiva de Deus. I Pedro 2:9. É dar adeus ao mundo e se tornar uma célula viva e poderosa da Igreja, o Corpo de Cristo, sem nenhum partidarismo religioso, perseverando num padrão de vida santo e irrepreensível, perante Deus e os homens. II Coríntios 8:21.

Ser crente é ter a Cristo entronizado no coração e ter repugnância do pecado, é viver em amor promovendo a paz, na certeza do amor do Pai para conosco (enviando seu Filho por nós) e ter o Espírito Santo em nós.

Ser crente é ter a alma embevecida com firmeza e equilíbrio, antevendo o gozo na autenticidade, é um fiel seguidor de Cristo, peregrinando no alcantilado caminho desta vida, sempre protegido e amparado por seu Santo Fanal (farol da esperança) até cruzar triunfante e glorioso os horizontes do Paraíso eterno.

Amado leitor, lhe convido neste instante afetuosamente, a se tornar um crente verdadeiro para a sua infalível Bem Aventurança –– Amém. Deus te abençoe. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

AI DE MIM SE NÃO ANUNCIAR O EVANGELHO!!!


AI DE MIM SE NÃO ANUNCIAR O EVANGELHO!!

Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! I Cor. 9:16.

A maioria das pessoas com certeza sabe que, uns 75 anos após o naufrágio do SS Titanic, os seus destroços foram descobertos e fotografados no fundo do Atlântico Norte. Não se encontravam no local imaginado durante todos aqueles anos. Enquanto escrevo, o rádio anuncia que uma investigação recentemente concluída revelava que era falsa a alegação feita pelo comandante do SS Californian, de que seu navio estava "muito distante" do Titanic para lhe resgatar os passageiros. Se essa conclusão é verdadeira, que terrível exemplo de crassa indiferença! Mas, graças a Deus, nem todos foram tão insensíveis como aquele comandante em relação com as mais de 1.500 almas que pereceram naquela noite.

Quatro anos depois que o Titanic naufragou, um jovem escocês levantou-se numa reunião em Hamilton, no Canadá, e disse: "Eu sou um sobrevivente do Titanic. Estando eu à deriva sozinho, agarrado a um objeto que flutuava, as correntes trouxeram John Harper, o pregador de Glasgow, para perto de onde eu me encontrava.
'Homem', perguntou ele, 'está você salvo?'

"'Não', respondi eu. 'Não estou.'

"'Creia no Senhor Jesus Cristo, e será salvo', admoestou ele. E fomos separados.

"Mas é estranho dizer que, pouco mais tarde, as ondas nos aproximaram novamente e ele perguntou: 'Você está salvo agora?' Tive de responder: 'Honestamente, não posso dizer que já esteja.'
"Ele simplesmente repetiu: 'Creia no Senhor Jesus Cristo, e será salvo.'

"Pouco depois disso, fomos separados pela última vez. Foi então que, sozinho naquela noite, aceitei a Jesus Cristo como meu Salvador. Sou o último converso de John Harper."

sábado, 19 de maio de 2012

CONVITE DO PASTOR DA IGREJA

                                                            PASTOR GENUINO LOPES 




A IGREJA MONTE DE SIÃO CONVIDA A TODOS 
PARA A GRANDE CAMPANHA DE CURA E LIBERTAÇÃO
IGREJA EV PENTECOSTAL MONTE DE SIÃO DO BAIRRO SYLVIO PEREIRA II 
RUA PR JESSÉ LOPES DE ABREU ESQUINA C/RUA 16
NESTE FIM DE SEMANA COM O PASTOR ONIR PENIDO E ESPOSA 
DIAS 25 A 27 DE MAIO ÁS 19:30 HS
PASTOR FARLEY AGUARDA SUA PARTICIPAÇÃO


CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA E SUA FAMILIA!!

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Hoje é sábado e ainda há tempo pra repassar a lição da escola dominical e ficar inteirado do assunto que amanhã estará sendo ministrado na igreja pelo professor JETER ABREU ás 08:30 hs
a lição é número três (3) MAS DEUS...
APRECIE A LIÇÃO E PARTICIPE DA ESCOLA DOMINICAL..

 
           EBD
:Em 1780 foi Fundada na Inglaterra pelo missionário Robert Raikes, a escola dominical. E em19 de agosto de 1855 os primeiros missionários que aqui chegaram o casal Robert e Sarah P.Kalley fundaram a primeira escola dominical no Brasil.Pra quem não sabe, a escola dominical é uma bênção de Deus e por mais que uma pessoaparticipe dos cultos e de todas as atividades da igreja, tem coisa que só será aprendida freqüentando a escola dominical.Infelizmente grande parte da igreja não tem interesse em participar, será que essas pessoas sabem o quanto estão perdendo?   
Origem

    
A Escola Dominical nasceu na Inglaterra, em 1780. Em Gloucester, uma cidade não muito distante de Londres, residia o jornalista Robert Raikes,  44 anos, proprietário do Gloucester Journal, fundado por seu pai.
Nessa época a situação moral e espiritual do país era preocupante. Raikes observou que entre as causas dos crimes e bebedice desenfreada estava a ignorância. As crianças trabalhavam durante a semana e, aos domingos, ficavam nas ruas.
Para esses meninos, Raikes teve a idéia de organizar uma escola que funcionaria aos domingos,
e não cuidaria apenas da educação secular, mas daria também a educação religiosa e teria a Bíblia como livro-texto.
 Assim, em 20 de julho de 1780, nasceu a  escola dominical.  A idéia se espalhou por todo o país. João Wesley deu total apoio ao movimento. Em 1875 organizou-se em Londres a Sociedade para Promoção das Escolas Dominicais nos Domingos Britânicos. No ano seguinte havia 200 mil crianças matriculadas.

            No Brasil, a primeira Escola Dominical nasceu em Petrópolis, RJ, no dia 19 de agosto de 1855, na casa do médico e missionário escocês Robert Kalley. Nesse primeiro dia havia cinco crianças presentes, e a esposa, Sarah Kalley, contou-lhes a história de Jonas.                                                                                                                                  ALEGREI-ME QUANDO ME DISSERAM:VAMOS Á CASA DO SENHOR!!


sexta-feira, 18 de maio de 2012

NUNCA DESISTA POIS A VITÓRIA PODE ESTAR PERTO!!

                         A VITÓRIA PODE ESTAR MAIS PERTO QUE VC IMAGINE!!
                                           NÃO DESANIME JAMAIS

Num museu norte-americano existe uma picareta corroída e velha que pertenceu a um pesquisador de ouro. Ele tinha chegado à conclusão de que em certo lugar havia um filão de ouro. Durante anos trabalhou sem descanso para localizar o tesouro escondido. 

Finalmente, desanimado, atirou a picareta que se enterrou no solo e comentou: "Este é o fim", e abandonou o trabalho. Passados anos descobriu-se um filão de ouro a quatro metros da picareta abandonada. Entretanto, o explorador morrera e a picareta jazia quase desfeita. Tivesse combatido o desânimo, seria rico.

O desalento não é apenas fruto da nossa época. Há muitos séculos o rei Davi sentiu-o, mas soube vencê-lo: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, na salvação da sua presença" ( Salmo: cap. 42, verso 05 ). Os seus inimigos diziam-lhe constantemente: Onde está o seu Deus? Quando começou a olhar para o alto, alcançou a paz de Deus para a sua alma perturbada.

Se Davi encontrou ajuda, também nós no século XX a podemos encontrar. Deus tem um plano para você. A Bíblia nos afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quando você atravessar águas profundas na vida espiritual, em busca da vontade de Deus, lembre-se de que as estrelas só brilham de noite. Às escuras é que se aprecia a sua beleza. Saiba como vencer o desânimo, num processo de intimidade com Cristo Jesus.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CASAMENTO E RELACIONAMENTO


O casamento civil é um contrato entre o estado e duas pessoas tradicionalmente com o objectivo de constituir família. A definição exata varia historicamente e entre as culturas, mas na maioria dos países é uma união socialmente sancionada entre um homem e uma mulher (com ou sem filhos) mediante comunhão de vida e bens. Até ao século XIX o casamento era visto nas sociedades ocidentais (tal como acontece hoje em dia em muitos locais) meramente como um acordo comercial entre duas famílias sem que os dois intervenientes tivessem muito voto na matéria. O Romantismo veio alterar esta imagem e passou-se a existir o conceito de casar por amor. Até o século XX era comum que o casamento fosse visto como algo indissolúvel (embora pudesse ser anulado) não havendo reconhecimento legal do divórcio. É crescente o número de países que reconhecem aos casais homossexuais o acesso a este direito, mais um indício da dinâmica do significado, assim como existem outros mecanismos legais de protecção da família de forma menos restritiva como a União de Facto. Como contrato serve e serviu a diversa empreitadas, tais como manter concentração de bens com determinado grupo até a empreitadas sentimentais.

                             Casamento civil no Brasil
Constituição Federal:
Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
§ 1º 0 casamento é civil e gratuita a celebração.
§ 2º 0 casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.
§ 3º Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§ 4º Entende-se, também. como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§ 5º Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.
§ 6º 0 casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.
§ 7º Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito. vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.
§ 8º 0 Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.
Casamento civil no Brasil
Os noivos assinam o livro de casamento
No dia 24 de janeiro de 1890 foi promulgado pelo Marechal Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisório da então República dos Estados Unidos do Brasil, o Decreto nº 181, instituindo o casamento civil no país.
No Brasil, o casamento é regulamentado pelo Código Civil. Ele é necessariamente monogâmico, e pode ser realizado entre um HOMEM E MULHER; a idade mínima dos noivos é de 18 anos. É um contrato bilateral e solene realizado entre as partes com o intuito de constituir família com uma completa comunhão de vida.
SEGUNDO OS DIREITOS ROMANOS
São encontradas duas definições de casamento no Corpus Iuris Civilis. A primeira é atribuída a Modestin0: "As núpcias são a união do homem e da mulher, o consórcio de toda a vida, a comunicação do direito divino e humano.", outra a constante das Institutas em que é dito que as núpcias ou ''matrimônio, são a união do homem e da mulher, a qual encerra comunhão indivisível de vida."
Para que em Roma o casamento pudesse ser considerado legítimo era preciso a observância de certos requisitos. Segundo Ulpiano o casamento é legítimo se entre os que o contraem existe conubium, e se o homem é púbere e a mulher núbil, e se um e outro, se são sui iuris, consentem, ou, se alieni iuris, também seus pais. Logo os requisitos eram: consentimento, puberdade, e conubium. No conubium se incluía a condição da monogamia. Júlio César e Valentiniano I tentaram sem sucesso admitir a poligamia entre os romanos.
A nubilidade fixou-se para a mulher desde os 12 anos e no direito justinaneu se estabeleceu a idade de 14 anos para o homem. O Conubium pressupunha a liberdade, a cidadania, monogamia e estar fora do serviço militar. Até 445 a. C. era proibido o casamento entre patrícios e plebeus.
Impedimentos para o matrimônio
No Império Romano eram impedimentos para o matrimônio:
  • O adultério. A mulher condenada por adultério não podia contrair outro matrimônio, no direito justiniano essa regra foi atenuada para impedir o matrimônio apenas com o cúmplice.
  • O tutor e o curador, seus ascendentes e descentes, com o tutelado e o curatelado.
  • O funcionário romano com mulher nascida na província por ele administrada.
  • Raptor e raptada, ainda que com o consentimento dela.
  • Os provincianos não podiam se casar com bárbara e os gentiles com provinciana, esta regra foi abolida por Justiniano.
  • Os cristãos com os judeus, durante o período pós-Constantino, e também os religiosos que haviam feito voto de castidade e os admitidos às ordens superiores, e no direito justinianeu havia o impedimento de casarem-se padrinho e afilhado.
LEI DE DEFESA DO MATRIMÔNIO
A Lei de Defesa do Casamento ou Defense of Marriage Act conhecida também pela sigla DOMA é uma lei federal dos Estados Unidos da América conhecida oficialmente como Pub. L. No. 104-199, 110 Stat. 2419 de 21 de setembro de 1996 e codificada no Codigo dos Estados Unidos no art. 1 § 7º. e art. 28 § 1738C. A lei tem os seguintes efeitos:
  • 1) Nenhum Estado - ou qualquer outra divisão político-administrativa nos Estados Unidos - é obrigado a reconhecer como válido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mesmo que o casamento tenha se realizado ou seja reconhecido por outro Estado.
  • 2) O Governo Federal não pode reconhecer casamentos de pessoas do mesmo sexo ou casamentos polígamos para quaisquer fins, mesmo se realizados ou reconhecidos por um dos Estados.
Foi resultado da aprovação do Projeto de Lei da Câmara dos Representantes n. 3396 de autoria do deputado Robert L. Barr Jr. em 7 de maio de 1996. A Lei foi aprovada no Congresso dos Estados Unidos por 85 votos a favor contra 14 no senado e por 342 votos a favor contra 67 na Câmara e foi sancionada pelo presidente Bill Clinton em 21 de setembro de 1996.
Incluindo os resultados do plebescito de 2008, neste momento ainda são apenas dois os estados (Massachusetts e Connecticut) a reconhecer a igualdade no acesso ao casamento; mais cinco reconhecem alguma forma alternativa de união de pessoas do mesmo sexo; há doze estados estabeleceram a proibição total de qualquer reconhecimento de qualquer forma de união civil de pessoas do mesmo sexo (incluindo união civil), vinte e oito estados adotaram emendas à sua constituição estadual proíbindo casamento de pessoas do mesmo sexo, e outros vinte estados têm promulgada estatutos na linha da DOMA.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

“Quando edificares uma casa nova, far-lhe-ás, no terraço, um parapeito, para que nela não ponhas culpa de sangue, se alguém de algum modo cair dela”. Deuteronômio 22:8


Há alguns dias ouvi uma reportagem falando sobre o número de separações, desquites e divórcios que tem crescido assustadoramente em nosso país, em relação ao número de casamentos. Em certas localidades o número de separações tem sido mesmo ainda maior que o número de casamentos. Isso me fez pensar em quais seriam as causas desse triste dado estatístico.

Não é segredo para ninguém que há hoje como que, uma "conspiração" contra a família instaurada na mídia e nos meios de comunicação em geral, projetos como o da legalização civil da união entre homossexuais, da legalização do aborto e conceitos como o do "casamento livre", da "relação aberta" e do concubinato, acabam por enfraquecer as bases, outrora sólidas, da família. A sociedade "cristã", acaba por se tornar pagã se afastando dos conceitos cristãos tradicionais para a família e se omitindo diante de tudo isso, assistindo esse grupo insignificante ante a massa populacional do país, contrária a tais práticas.

Mas o que eu tenho questionado mesmo é como famílias tradicionais, cristãs, têm aceitado tais conceitos e se dobrado ao curso deste mundo. Como muitas famílias mostram-se tão frágeis diante destes ataques que visam minar o fundamento e a estrutura dos lares. Parece-me que as famílias estão muito expostas, susceptíveis às investidas da mente maligna que está por trás desse sistema, em outras palavras: a família está sem proteção. Falta proteção - algo que dê segurança à família em tempos difíceis como esse.

É muito interessante notar que em um texto como esse que lemos, que faz parte da Lei dada por Deus ao povo de Israel, um detalhe tão pequeno, mas tão importante, da segurança estrutural das casas que seriam construídas; fosse lembrada de forma tão clara na instrução divina. As casas orientais antigas tinham nos terraços um lugar aprazível, em virtude do calor causticante e que estes serviam para vários fins:

*   Como refúgio: Josué 2:6 mostra que foi num terraço como esse que Raab escondeu dois espias que estavam inspecionando a terra.

* Como lugar de oração: como aquele em que Pedro, quando estava em Jope, teve uma visão maravilhosa da parte de Deus sobre o seu ministério - conf. At.10:9.

* Como um lugar propício para comunicações especiais em alta voz, que o bairro todo ouviria -
      conf. Mt.10:27 e Lc.12:3

            Ou seja, era um lugar muito útil, no qual as pessoas da casa estariam constantemente. É por isso que, pensando nisso, nos riscos que as pessoas correriam ali nesse terraço, geralmente lugares altos acima dos telhados das casas, que Deus fala que eles deveriam ser bem protegidos. Deviam ter um parapeito, que era um gradeamento de madeira para proteger as pessoas da casa quando ali estivesse.

Era uma lei sábia, preventiva, uma lei de proteção à vida. É bom saber que a Lei tem caráter protetivo e não punitivo, pois é a Lei que nos quebra e não nós que quebramos a Lei. Se subirmos ao mais alto andar de um prédio e decidirmos quebrar a Lei da Gravidade, ao pularmos, o que nos aconteceria? Quebraríamos a Lei da Gravidade ou ela nos quebraria? A Lei tem caráter protetivo e o seu cumprimento trás bênçãos e proteção divina.

E no texto citado de Deuteronômio, a Bíblia chega mesmo a dizer que, se na construção da casa ele fosse omitido, o construtor daquela casa poderia ser culpado do sangue de alguém que porventura caísse dali. Ou seja o parapeito não podia ser omitido. A sua omissão seria culposa!

O mesmo Deus que ordenou parapeitos para proteger a vida das pessoas nas casas do antigo Israel, nos fornece medidas de proteção e segurança para que nossos lares não sejam lugares perigosos, onde as pessoas caiam, onde a vida dê lugar à morte, para que eles não se exponham ao risco constante do desmoronamento moral, social e espiritual. A "casa" do cristão, que deve ser sempre nova e renovada, não pode omitir os elementos de segurança que a Bíblia nos aponta como "parapeitos" para nossos “terraços familiares".

Deus te abençoe e abençoe toda sua família.




Jeter de Souza Abreu - Extraído e Adaptado.

ESCOLA DOMINICAL

No último domindo 13 de maio estudamos a lição 2 ORAÇÃO PARA ILUMINAÇÃO E CONHECIMENTO..
ESPERAMOS QUE VC POSSA ESTAR NO PRÓXIMO PARA ESTUDARMOS JUNTOS.
O PROFESSOR JETER VAI DISCORRER SOBRE O ASSUNTO: ..MAS DEUS..
BASEADO EM EF.2;1-10  (parte da introdução do estudo)
"Dentro da realidade sombria do mundo atual Ef 2;1-10 destaca-se com marcante relevância.Paulo primeiramente sonda as profundezas do pessimismo acerca do homem,depois sobe ás alturas do otimismo acerca de DEUS. É esta combinação do pessimismo com o otimismo,do desespero com a fé que se constitui no realismo revigorante da biblia.Porque o que Paulo faz nesta passagem é pintar um contraste vivido entre o que o homem é por natureza e o que pode vir a ser mediante a graça."(Stott)
O parágrafo todo vai nos levar a entender a nossa própria experiêncai de como andávamos sem CRISTO(v 1-3) o que viemos a ser em Crsito Jesus (v 4-6) e qual o propósito de DEUS em realizar tão extraordinária transformção.(v 7-10)

LEITURA DEVOCIONAL
SEG   EF 2;1-10
TER   1 JO 2-12-17
QUA  1 PD 1;13-21
QUI    JO 3;1-5
SEX   JO 3;16-21
SAB   TG 2.14-26
DOM HB 10;19-25
I- NOSSA CONDIÇÃO ANTES DA CONVERSÃO EF 2;1-3
II-MAS DEUS...EF:4-7
III-PARA QUE NOS SALVOU? EF 2;7-10
CONTAMOS COM SUA PRESENÇA DOMINGO AS 08;30 HS

terça-feira, 15 de maio de 2012

A FORÇA QUE VEM DE DEUS


                       A FORÇA QUE VEM DE DEUS
A intimidação provoca debilidade e diante da debilidade e da fraqueza as pessoas tendem a desistir a desnimar.Qualquer solução apresentada é imediatamente jogada por terra pois só há um lugar para  o pessimismo, o medo e a covardia.Temos aprendido que é preciso caminhar por fé,crer e tomar posse da verdade do Senhor para nossa vida.O tempo não resolve nada ,a hora é agora e você precisa encarar e resolver.Israel icou ste anos debilitado na presença dos midianitas, e então os filhos de Israel clamaram ao Senhor (Jz 6).Voce não precisa viver debaixo de ameaças.Quando pegar imediatamente peça o perdão.Existem pessoas que se lavam só depois de sete anos ,no entanto, o santo não é aquele que nunca pecou, mas aquele que sempre se lava.
 O senhor levantou Gideão para lutar e libertar Israel, entretanto, apesar de ouvir alar das maravilhas de Deus ele não compreendia sua importancia, mas o Senhor disse:"Vai nessa tua força".Sendo assim ele deixou para trás a covardia ´para confiar na orça que vinha de Deus.Ele confiou no Senhor e foi vitorioso(leia mais em Juizes 6,7,8).
Quando estamos em total sintonia com a vontade de Deus experimentamos o primeiro amor  isto acontece logo após a nossa conversão,mas com o tempo nosso coração muitas vezes se enche de mágoas, rancor, e críticas. Mantenha a sua é viva e a pureza em seu coração. Por todos os lados, você verá a intimidação e as ameaças, porém  sua é não deve estar nas coisas, mas no Senhor.De maneira alguma precisamos nos dobrar ás tentações pois o Senhor já nos deu livramento. Para o tentador chegar até você primeiro precisa ter uma audiência com Deus.
Jó vivia cercado e protegido de todo o mal, então como o tentador entrou na vida dele? Jó entregou as chaves quando temeu pelos pecados dos próprios filhos (Jó cap 1). Mas quando Jó entendeu de fato quem era Deus, compreendeu a vontade dEle e algo glorioso aconteceu: Deus o restituiu em dobro tudo que havia perdido. Por isto querido irmão não ouça, não olhe para a intimidação ou para as ameaças, olhe somente para o Senhor que é maior do que todas as coisas. E assim como Ele foi com Gideão, com Davi, com Jó e com tantos outros  e ainda tem sido nos nossos dias e será com você. Olhe para a vitória que Ele já conquistou para você e por você na cruz do calvário. Tudo que Jesus fez foi por amor para que possamos viver como  vencedores e não intimidados pelas circunstancias da vida.Obs: Mensagem do pastor Márcio Valadão  publicada no informativo semanal da Igreja Evangélica Pentecostal Monte Sião 15 de abril de 2012!!!